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Notícia Radio Pax

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Castro Verde: Candidatura do PS reúne com associações e entidades do concelho   – Rádio Pax – 28/01/2009 – 09h02

Candidatura do PS à Câmara Municipal de Castro Verde quer reunir com todas as associações e entidades do concelho.

O objectivo é o de apresentar a lista e de “como pretendem implementar no terreno a política de participação das associações e entidades”.

As palavras são de José Francisco Colaço, cabeça de lista do PS às eleições autárquicas.

A Lista “Por Castro” teve já uma reunião com a Associação de Agricultores do Campo Branco e com a Confraria dos Cavaleiros de S. Pedro. Com estas duas associações foi discutido e apresentado um projecto de trabalho e um esboço do programa eleitoral.

Esta será a primeira volta de contactos. “Em Junho dar-se-á início a uma segunda ronda de reuniões”, acrescenta o candidato do PS à Câmara de Castro Verde.

29/01/2009 at 20:24

Quinta Pedagógica

quinta-pedagogica1 Nas proximidades de Castro Verde, onde dantes as hortas eram muitas, a Lista “POR CASTRO” propõe-se criar uma Quinta Pedagógica.

No preciso espaço onde em tempos existiu uma horta frondosa e de boas águas, faremos nascer um espaço dedicado ao desenvolvimento de actividades educativas e de lazer, para famílias, lares e escolas.

A Quinta Pedagógica irá ter um papel importante na promoção e na revitalização da imagem da nossa vida rural.

quinta-pedagogicaSerá um local para os seniores reviverem ambiências e para as crianças se sensibilizarem para as questões tão importantes como a protecção da natureza e dos animais, a agricultura biológica, a compostagem e a reciclagem.

Por isso, com a envolvência activa das escolas e das associações locais mais vocacionadas para estas temáticas, criaremos o espaço ideal para desenvolver princípios de respeito e convívio com a natureza.

Proporcionaremos às crianças uma forma de conhecimento próximo e de identificação das espécies da flora e da fauna no meio rural.

quinta-pedagogica-2Numa quinta real, os visitantes podem preparar a terra, semear/plantar, regar, tratar e colher produtos na horta biológica e no pomar ( ciclo agrícola). Fazer a compostagem. Alimentar animais domésticos, recolher ervas aromáticas , fazer secagem e depois saquinhos de cheiros. Realizar jogos tradicionais, passear de carroça ou ainda passear de pónei .

quinta-pedagogica-3 Mas como dissemos em post anterior, nesta Quinta Pedagógica haverá ainda o espaço do cavalo, onde se poderá fazer equitação ou hipoterapia.

27/01/2009 at 14:37

“Por Castro” com os Cavaleiros

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Tal como pretende fazer com todas as Associações do concelho, a Lista “POR CASTRO” teve uma reunião de apresentação e trabalho com a “CONFRARIA DOS CAVALEIROS DE S. PEDRO” , uma Associação recentemente constituída em Castro Verde.

Foram analisadas várias ideias de possível e desejável concretização num trabalho de parceria com o Município.

confraria1Ao longo da reunião, resultou claro que a CONFRARIA vê com muito interesse o seu envolvimento num projecto de trabalho apresentado pela Lista “POR CASTRO” e que contempla a criação de um espaço dedicado ao cavalo, integrado numa QUINTA PEDAGÓGICA, onde se desenvolverão múltiplas actividades equestres desde a equitação à hipoterapia.

25/01/2009 at 17:42 1 comentário

Notícia preocupante

Almodôvar: Câmara poderá receber verbas da Derrama da Somincor

A Câmara Municipal de Almodôvar poderá receber parte das verbas danotas derrama proveniente dos lucros da Somincor. A Autarquia conseguiu um parecer jurídico favorável à sua pretensão de lançar derrama sobre os lucros da Somincor. Recorde-se que, esta era uma reivindicação já antiga do autarca de Almodôvar . António Sebastião entende que a empresa que explora Neves-Corvo extrai mais-valias do subsolo naquele concelho, pelo que o município deveria ter direito a contrapartidas financeiras. A questão foi apresentada ao governo, no último mandato, e a autarquia recebeu na altura um parecer favorável às suas pretensões. De acordo com a Lei, a Câmara de Almodôvar tem direito a uma percentagem sobre a “massa salarial” à superfície. No subsolo a situação é diferente uma vez que existem bastantes equipamentos e galerias, no concelho de Almodôvar, que contribuem para a riqueza da Somincor. Em declarações à Rádio Pax, em Outubro de 2007, António Sebastião dizia estar disposto a travar uma “batalha” para poder lançar a derrama sobre os lucros da empresa mineira de Neves-Corvo, defendendo uma alteração à lei. O autarca considera injusto que o concelho vizinho de Castro Verde arrecade o valor da derrama da Somincor beneficiando a população desse concelho e prejudicando notoriamente a população do concelho de Almodôvar. Agora, ao que tudo indica, a pretensão da autarquia de Almodôvar vai ser uma realidade. O município pediu alguns pareceres jurídicos que lhe são favoráveis. Agora as duas câmaras: Castro Verde e Almodôvar deverão chegar a um acordo para a divisão das verbas provenientes da derrama da empresa Mineira. Contactado pela Rádio Pax, António Sebastião presidente da Câmara Municipal de Almodôvar remete para mais tarde declarações sobre esta questão.

(notícia Rádio Pax)

24/01/2009 at 16:05

C O M U N I C A D O


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COMUNICADO

Face às recentes declarações produzidas pela putativa candidata do Partido Comunista Português em Castro Verde, investida nas funções de sua porta-voz, importa esclarecer o seguinte:

A Candidatura “Por Castro” e o PS estão coesos e animados por um único objectivo: construir um projecto ganhador para Castro Verde e para as suas gentes.

A Candidatura “Por Castro” resultou de uma plataforma política estabelecida entre um grupo de cidadãos e o Partido Socialista tendo como base um conjunto de princípios e propósitos definidos numa base programática reciprocamente aceite.

Logo, desde o primeiro momento em que a Candidatura se assumiu publicamente, fê-lo sob a condição clara de concorrer integrada nas listas apresentadas pelo PS, o que foi devidamente explicado e divulgado aquando da conferência de imprensa de apresentação da lista “Por Castro” em 16 de Dezembro último.

Não restam, por conseguinte, dúvidas a ninguém de boa fé, sobre a origem e natureza da mesma, tendo-se com toda a frontalidade assumido que nasceu fora do PS e que se congratula com o apoio dado pelo PS.

Foi sublinhado também o seu carácter agregador de vontades e de abertura a todos os Castrenses que, independentemente de serem ou não filiados no PS, tenham como objectivo a construção de um projecto diferente do actual.

O nosso projecto político é inovador pelos seus princípios, pelo seu carácter verdadeiramente agregador, pela vontade verdadeira de discutir ideias e projectos para o concelho de Castro Verde.

A este nosso posicionamento político, responde o PCP com a fuga ao essencial, desviando as atenções para o acessório. Tenta, desesperadamente, provocar fracturas dentro do PS e imputar à Candidatura responsabilidades pela política governamental, mobilizando a seu favor vontades descontentes.

Mas, para nós, o que mais interessa é discutir o presente e o futuro de Castro Verde. É esse o nosso único propósito.

Abrimos aqui uma excepção para sublinhar o que já havíamos afirmado. Vamos discutir Castro Verde. Vamos discutir um projecto para as suas Gentes e com as suas Gentes. No futuro, a discussão política nos termos rasteiros em que colocada pelo PCP não merecerá, da nossa parte, qualquer resposta, em coerência com o que defendemos.

O Presidente da Comissão Política Concelhia de Castro Verde do PS

Leandro Gonçalves

22/01/2009 at 17:37

Destaque da Revista Cultos

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O Advogado José Francisco Colaço Guerreiro é o cabeça de Lista do PS à Câmara de Castro Verde.
A apresentação da candidatura realizou-se no Hotel A Esteva, numa Conferência de Imprensa onde se ficaram a conhecer os rostos e algumas das ideias que fundamentam a candidatura socialista denominada “Por Castro”.

“A decisão em avançar agora, resultou de um chamamento. Não devia deixar que fosse tarde, porque, poderia haver amanhã um arrependimento de não ter sido útil ao meu concelho.
Por outro lado, fiquei muito agradado com a forma irrepreensível como o PS conduziu este processo.
Foram estes os factos que contribuíram para achar que era este o momento certo para avançar.”

Foi desta forma que o Cabeça de Lista do PS fundamentou a sua candidatura, frisando que a sua decisão nada teve a haver com o facto de Fernando Caeiros não concorrer.

José Francisco Colaço Guerreiro realçou que a sua candidatura denominada “Por Castro”; tem uma génese apartidária, que não nasceu dentro do Partido Socialista, nasceu sim, da consciência de que há algo a fazer para que tudo não continue na mesma.
Não concorremos contra indivíduos, nem instituições, mas sim em nome do bem estar do nosso concelho;

Na óptica do cabeça de lista do Partido Socialista é importante que se crie uma dinâmica de fortalecimento e aprofundamento da democracia local, naquilo que ele definiu como uma filosofia de concelho integral que vise um desenvolvimento equilibrado, onde as freguesias, as instituições, as pessoas, sintam que podem ser agentes activos, participantes e opinantes. É esse o modelo que defendemos, no sentido de que o poder seja sentido pelas pessoas, que elas estejam na génese dos projectos, e não, como acontece actualmente, que apenas usufruem das coisas, sem serem chamadas a sobre elas participarem ou opinarem.
Diria que é nosso intuito dar o Poder ao Povo, porque é o Povo que nos elege, quem em nós confia.
Com um discurso virado para vários lados ideológicos, o independente José Francisco, considerou que “ connosco todos terão voz, e todos serão importantes. Falo-vos dos agentes culturais, económicos, desportivo, dos homens da terra.
Queremos contar com os homens da lavoura, com todos os castrenses que amam a sua terra, como nós, e por ela estão dispostos a lutar no sentido de que não percamos a oportunidade de nos desenvolvermos aludindo, por exemplo, à Somincor, considerando que o nosso concelho não soube rentabilizar este excelente projecto de molde a criarmos infra-estruturas que potenciassem o surgimento de novas actividades económicas tão importantes para o futuro de Castro Verde.
É fundamental que diversifiquemos a nossa actividade económica, que não a circunscrevamos à existência da Somincor”.

O Cabeça de Lista do PS realçou ainda durante o encontro com os jornalistas que a sua equipa é excelente. “ Amamos Castro, e é por Castro que vamos trabalhar”.

22/01/2009 at 17:32

“Por Castro” com a tradição

ssebastiao1

Ao redor de Castro , em lugares definidos por razões ocultas, erguem-se capelas, igrejinhas que resistem há muitos séculos ao esmeril do tempo e ao esquecimento dos devotos que as ergueram e branqueavam de cal pelo menos uma vez em cada ano, por ocasião da festa do patrono respectivo.

A escolha do sítio onde foram implantadas resulta, na maioria dos casos, da preexistência no mesmo lugar de altares ou simples práticas de culto a divindades que os povos de antanho reconheciam como suas protectoras, antes da vinda e acampamento dos cristianos.

Assim foi em S. Pedro das Cabeças, assim terá também sido em S.Martinho e quem sabe se o não foi igualmente em S. Sebastião, aqui à saída da vila, quando se toma a antiga estrada dos Geraldos, direito ao olival.

Certo é que em 1510, segundo as crónicas, esta ultima capela, feita de pedra e barro e com altar de taipa, coberta por telha vã e habitada por um só santo esculpido em pau, estavam já, ela e o morador a ceder ao peso dos anos, mostrando sinais evidentes da antiguidade de ambos.

Em cada vinte de Janeiro, lá acorria toda a vizinhança deste lugar para rezas e pagamento de promessas anuais feitas ao santo mártir. Fitas, azeite e depois velas de muitos tamanhos e feitios, lá ficavam em acção de graças pelos benefícios vindos através das suplicas . Muitos fregueses, fazem freguesia e a freguesia encanta os comerciantes que à margem da fé, mas aproveitando-se dela, lá íam também para armar a esparrela .

Deste jeito ou doutro idêntico ,nasceu naquele lugar um arraial, um mercado, uma feira.

Lugar de fé e de venda.

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Arredia da vila, a meia ladeira de um cerro, em sítio descampado como também convinha para o maior negócio que ali se fazia.
Porcos aos milhares, gordos com a bolota de todos os montados das redondezas, para ali convergiam e aguardavam que os negociantes os comprassem às varas.

Ao redor do santo estendia-se um mar de lombos pretos, deitados, arriados pelo peso das arrobas de carne postas na engorda e pelo cansaço das léguas andadas no caminho. No ar , misturava-se um cheiro intenso com um grunhido ensurdecedor. Os porcariços andavam numa fona, despejando gorpelhas de palha e saquilhadas de cevada no chão. Depois corriam com os caldeirões para as bicas para encherem os maceirões de água que não aturavam .

É tempo de matança e também a gente das redondezas mais desafogada vinha ao santo comprar o que no chiqueiro não tinha. Depois lá íam a caminho de casa atrás de um porco, seguro por uma corda laçada na pata.
Mas nesta ocasião, é tempo de plantio de arvoredo. Tudo o que numa horta convém ter, aqui ainda se encontra. Também para os quintais ,as laranjeiras e os limoeiros é sempre bom ter. Para dispôr nas leiras, braçados de cebolinho. Para a vinha ou para pôr num alegrete, vende-se o bacelo de qualidade.

Nesta ocasião, vendiam-se calendários, almanaques, bordas d’água e pagelas com décimas feitas a propósito da última desgraça ou de alguma marotice intemporal.

À abrigada da igrejinha, estendiam-se toldos onde várias carroças serviam de venda e despejavam garrafões e garrafões do novo. Depois à vinda, ao levantar da feira, desfilavam bebedeiras de ladeira abaixo, homens sem negócio que íam de gangão e algibeiras vazias.

Mas neste dia come-se pau roxo.

Vende-se aqui e no Santo Amaro, em Almodôvar, não vi noutra banda.
Cenouras grandes e tintas como a beterraba. Eram aos montes, agora são contrabando, mas mesmo assim, a feira ainda é delas.

Compra-se uma ou duas, por graça. Os moços já não gostam e os mais velhos não têm dentes que as rilhem. Nesta maré era o petisco corrente nas tabernas. Em casa comiam-se cruas, às rodelas, com o mesmo jeito dos rábanos e havia quem as cozesse e temperasse com vinagre. Guardavam-se também para o tarde em frasquinhos como os picles.
O “santo”, “feira de S.Sebastião” ou “feira do pau roxo” porque antecede o Entrudo, faz em Castro a abertura desta quadra.

A moçada aproveitava para fazer o abastecimento de estalinhos, bombas, bichaninhas, pedorreiras, serpentinas e papelinhos.

Compravam-se bisnagas de água e com as bicas mesmo ali à mão, mesmo que não chovesse, voltavam da feira como pintos.

De casa muitas vezes já se traziam bexigas de porco ,sopradas e atadas com linha de meia. Com um alfinete na ponta, penduravam-se à socapa nas costas dos passantes. Eram os “rabos”. Também se faziam de papel recortado. E punham-se escritos da mesma maneira. Tinha graça. Toda a gente ria.

Embora sem porcos, sem tanta promessa nem tanto pau roxo, o “santo” ainda é hoje um mercado de tradição onde lado a lado com a venda de cassetes se compram chocalhos e coleiras para o gado, vendem-se farturas mas também se encontra o que faz falta para plantar na horta.

20/01/2009 at 14:17

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