Empreendimento Turístico da Cavandela

18/09/2009 at 00:33

Cavandela1Não vamos fazer desta questão um cavalo de batalha.

O jogo está lançado e assumiremos, com toda a responsabilidade, os compromissos já firmados pelo actual Executivo.

No entanto, a propósito deste projecto, não alimentamos, tal como nunca alimentámos, grandes ilusões acerca do anunciado “ milagre” que o mesmo será (ou seria) para o concelho.

Cavandela2Do nosso ponto de vista, o desenvolvimento económico e social, deve ser construído sobre uma base sólida e diversificada de múltiplos projectos e nunca sobre um qualquer hipotético investimento faraónico gerador de ilusões.

Temos e sempre tivemos dúvidas quanto à efectiva concretização deste empreendimento, bem assim como, quanto aos diferentes impactos que o mesmo acarretaria para esta terra.

Cavandela3Não se trata de um resort, de uma unidade turística qualquer, de um investimento igual aos diversos similares projectados, há largos anos, para os concelhos vizinhos.

O que está em causa, é um investimento turístico de quinhentos milhões de euros a efectivar por uma empresa imobiliária com o capital social de cinco mil euros.

Cavandela4O que está em causa é a construção de uma cidade às portas da vila, com mais camas, mais consumo de água e uma maior produção de detritos do que Castro tem.

Por conseguinte, não estamos perante o simples e fantástico aparecimento de uma gigantesca árvore das patacas na Cavandela, à sombra da qual, todos, depois, nos podíamos deitar o resto da vida.

Cavandela5Face a este cenário, não perderemos muito do nosso tempo, nem gastaremos muito do nosso imaginário com miragens, nem venderemos quaisquer ilusões aos munícipes.

Pelo contrário, pensamos, isso sim, em investimentos estruturantes, como a Zona de Actividades Económicas que possibilitem a concretização de projectos palpáveis, por parte de empreendedores locais ou que de fora venham.

Malgrado este nosso pensar, tal como antes dissemos, com responsabilidade e bom senso, assumiremos tudo quanto pela Câmara já foi aceite e, consequentemente, não seremos o bode expiatório para qualquer atraso no início das obras, desde que, através do acompanhamento diligente do processo, verificarmos estarem a ser cumpridos os pressupostos e satisfeitas as condicionantes impostas.

Aliás, cuidaremos de reunir com o investidor logo que seja oportuno, para lhe manifestar este nosso posicionamento.

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Rossio do Santo – Requalificação Ambiental Gabinete de Apoio ao Desenvolvimento


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