Esmero e cuidados com as nossas coisas

01/06/2009 at 00:05 Deixe um comentário

canteiropartido
No canteiro caiu a bolota e o chaparrinho nasceu.
Passaram-se anos, já décadas. A árvore solitária, aprofundou as raízes e mesmo sem poda, nem grandes atenções, medrou.
No entretanto, a parede do canteiro cedeu, rachou, abaulou-se e assim permanece há tempo sem fim, a exigir uma reparação que tarda.
Aflige-nos ver este murete assim tratado, na principal rua da vila, porque consideramos que também é nos pormenores que o esmero e os cuidados com as coisas da terra se revelam.

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A Desertificação Humana Arte Pública (1)

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